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VITÓRIA CASTRO / 36 ANOS / ESPANCAMENTO / 2ª DP / TO, ARAGUAÍNA

Vitória Castro, de 36 anos, que morreu quatro dias após ser agredida com pancadas na cabeça em Araguaína, no norte do Tocantins. Ela morreu devido a um edema e hemorragia cerebral. Em nota, a Defensoria Pública do Tocantins, disse que atuou em diversas frentes para garantir a dignidade humana ainda em vida e no sepultamento da travesti. 

 

O defensor público Sandro Ferreira, coordenador do Nuamac – Núcleo de Apoio das Minorias e Ações Coletivas, reflete sobre as tragédias sociais frente ao ocorrido com a travesti Vitória. “Os fatos que aconteceram com a Vitória retratam bem a tragédia que essas pessoas vivenciam, em que o pobre é excluído dos serviços públicos. Sofre um preconceito ainda maior quando é uma pessoa que assume sua identidade de gênero diversa do “tradicional”. Ela foi espancada quase até a morte, vindo a falecer no hospital. Quando ela faleceu, novamente o Estado não foi capaz de dar um atendimento digno a ela”, protestou Ferreira.

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