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BAQUE DE TODAS AS CORES

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Sem título

No próximo dia 07/09 completarão dois meses da partida de Adriano, nossa baiana rica, e o Tambores de Olokun convida a todxs os maracatus e admiradorxs para participarem conjuntamente do “Baque de Todas as Cores”, uma homenagem a Adriano e um ato político contra a LGBTfobia.

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ONDE SERÁ?
Aterro do Flamengo na Altura da Rua Tucumã
Mapa do local:
https://www.google.com/maps/d/edit?mid=zLLdasdlfzKo.kfMNsXZB6Oq0&usp=sharing

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O QUE ACONTECERÁ?

14h: Impressão em camisas com o símbolo do ato. Traga a sua camisa!
15 h: Concentração;
16h: Abertura – Leitura do Manifesto, falas de abertura do ato e início do Baque;
Durante o baque teremos intervalos com intervenções e falas de algumas pessoas de movimentos contra LGBTfobia e projeções;
18h: Encerramento do baque.

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ADRIANO, PRESENTE!

Tambores de Olokun

“Para que ser opaco se você pode brilhar”? Assim Adriano Cor passou por nós em matéria e permanecerá entre nós em espírito, em cada sorriso e abraço apertado, em cada Cor estampada em nossos rostos, saias e alfaias. Artista incrível, completo, brilhante, sorridente, nossa Baiana Rica: unia teatro, dança, música, indumentárias e todo o tipo de arte para fazer desde a baixada do Rio de Janeiro, seu local de origem, até a zona sul mais felizes.

Assim como Adriano, muitos têm suas vidas tiradas pela intolerância à diversidade das expressões humanas que não cabem entre as categorias “homem” e “mulher”. Os Maracatus de Nação também expressam, em sua tradição, formas que desafiam as vestimentas divididas por essas dualidades, quando observamos as “Baianas Ricas”, personagens encarnadas por homens em saias paramentadas e engomadas, no cortejo de coroação de Reis e Rainhas do Congo. Muitas formas de expressões, sejam coletivas ou individuais, vêm para quebrar esses paradigmas duais e são incompreendidas nas suas profundidades de ser e estar no mundo. Essa incompreensão vai desde as estruturas de pensamento que secretamente vão permitindo a manutenção desse cenário de intolerâncias até as mais exacerbadas como os crimes homofóbicos contra a vida.

Adriano, infelizmente não foi o primeiro nem o último, mas queremos trazer em evidência que, assim como ele, cada um que tem a vida ceifada por ser diferente, não é mera estatística, dói em todos nós, é uma pessoa que tem nome, endereço, amigos, sorrisos, arte e muita luz! Como um bloco de maracatu e por termos perdido um membro e representante simbólico e cultural dessa forma de expressão tradicional do maracatu, nós do Tambores do Olokun iremos homenagear nossa Baiana Rica, Adriano Cor, que parte para Orun com toda a luz que desejamos e com a companhia de Olokun, afirmando que nossa dor será transformada em luta nesse cenário brutal de intolerâncias, não passará! Chamaremos a atenção para todas essas formas de homofobia e nos oporemos a elas, queremos que as investigações não só de Adriano, mas todas por crimes semelhantes na baixada e em todo o país tenham prosseguimento em vez de arquivadas, queremos a liberdade de caminhar com os adereços que quisermos, queremos paz sobre nossas diversas formas de expressão.

“Se assistimos sistematicamente crimes cometidos contra a população da periferia, contra as mulheres, contra gays, lésbicas, travestis, transexuais, transgêneros, contra indígenas, negros e negras, contra praticantes de religiões de matriz africana, é chegado o momento de nos unirmos. Para ficarmos mais fortes! Se estamos desacreditados e desacreditadas da maior parte da representação política no Congresso, nas câmaras e assembleias, precisamos então representar aquilo que queremos.

Nós queremos o fim do ódio à diversidade, queremos respeito à nossa liberdade de expressão cultural sem discriminação, de crença, de orientação sexual e afetiva. Queremos não correr perigo a cada esquina porque somos diferentes. Queremos ser felizes.” (*)

Vamos tocar e dançar com todo o brilho que Adriano trouxe para nós nesse 07/09 e convidamos todos os amigos e amigas dos blocos de maracatus do Rio para participar! Os movimentos sociais LGBTs e todos os movimentos no Rio que estejam envolvidos com as questões de intolerância serão muito bem vindos e necessários.

(*) ManifestoCor; Assine e compartilhe! http://manifestocor.com/

“Ô que sonho tão bonito, não nos deixaram sonhar, lanceiro pega a sua lança, vamos pra rua lutar”…

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CHARLES ALEXANDRE DA SILVA WOLODASCZIK / 24 ANOS / ESPANCAMENTO / SC, JOINVILLE

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O jovem estava de bruços com um corte profundo na nuca e vários ferimentos pelo corpo. De acordo com a PM, foi um morador que o encontrou e ainda não há informações sobre quando Charles morreu ou há quanto tempo o corpo estava no local.

Enviada por: Mirella

perfil da vitima: Charles Alexandre Da Silva Wolodasczyk

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facebook.com/photo

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TAYRONE RODNEY MENEZES RIBEIRO / PROFESSOR DE DANÇA – 26 ANOS / FACADAS / SE, ARACAJU

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‘Levou uma facada nas costas sem reagir’, diz primo de morto em orla

Segundo o primo da vítima, Victor Hugo de Souza, o crime ocorreu rápido e o jovem agonizou durante 10 minutos. “Estávamos andando normalmente perto do posto do corpo de bombeiros, quando ele foi abordado por um rapaz que puxou por trás a corrente de prata do pescoço do meu primo. Ele não reagiu em momento algum, mas o rapaz começou a agredi-lo. Para fugir da confusão, meu primo saiu correndo, mas o rapaz não satisfeito correu atrás dele com uma faca em punho. Esse homem deu uma facada nas costas do meu primo, na altura do pulmão. 

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FLOR / 39 ANOS / ESPANCAMENTO / AM, PARINTINS

TRANS É ASSASSINADA EM PARINTINS

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Segundo o técnico em necropsia, Benedito Pimentel, o corpo dele estava em estado avançado de putrefação e com sinais de espancamento. Ainda não se tem informação dos autores do crime. A polícia investiga o caso.

 

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CÍCERO MIGUEL DOS SANTOS / 41 ANOS / FACADAS / PB, SERTÃOZINHO

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Além das marcas de violência, o corpo da vítima apresenta uma marca de um “X” nas costas, feito pelo algoz, além de perfurações de faca. 

A Polícia acredita que o crime aconteceu nas margens da estrada de terra e em seguida o corpo foi arrastado para dentro do matagal.

Conforme levantamento feito pela Polícia Civil, nos últimos meses, três homossexuais foram assassinados no Brejo do estado. “Esses são os números oficiais que temos, mas outros podem ter sido assassinados. A partir de agora o levantamento será aprofundado para prender o restante do grupo. Não vamos admitir que em pleno século 21 a homofobia fique latente. Essa prática aqui no Brejo da Paraíba é inaceitável e seremos rigorosos para punir os culpados pelas mortes”, finalizou Wallber.

“Os homossexuais e pessoas ligadas a eles foram mortos degolados, com sinais de brutalidade e ainda uma cruz era feita nas costas das vítimas. Recebemos informações privilegiadas e conseguimos identificar o grupo”.

O delegado que investiga o caso, Wallber Virgolino, diz que os homossexuais eram mortos da mesma forma. “Os crimes eram cometidos com requintes  de crueldade. As vítimas eram agredidas e tinham o pescoço cortado. Depois eram feita dois cortes em formato de cruz nas costas”, explicou.

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V.H.A.S. / 25 ANOS / TIROS / 146ª DL-GUARUS / RJ, CAMPOS DOS GOYTACAZES

Vitor Hugo Ângelo dos Santos

Foto: Filipe Lemos/Campos 24 Horas

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Segunda a policia, a travesti chegou ao local na garupa de uma motocicleta e discutiu com um homem que estava pilotando a moto. Em seguida, vários disparos foram ouvidos que atingiram a cabeça, ombro, perna e costas da vitima.

Enviado por: Rafael França

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OLINTO PEREIRA DOS SANTOS / 57 ANOS / FACADAS / MG, TEÓFILO OTONI

Homem de 57 anos é morto a facada por jovem.

corpo da vitima foi encontrado morto, com várias perfurações nos membros superiores.

O jovem suspeito alegou que matou para se defender de um estupro, mas o médico que realizou o atendimento não detectou nenhuma lesão no corpo do rapaz.

http://www.otempo.com.br/cidades/para-se-defender-de-estupro-jovem-mata-homem-em-farra-com-drogas-1.1094932

http://plantaopolicialipatinga.blogspot.com.br/2015/08/para-se-defender-de-estupro-jovem-mata.html

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