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AROLDO FLAVIUS CATALDI / 46 ANOS / ASFIXIA / 5º BPM / AL, MACEIÓ

Vítima foi encontrado morto em casa, o corpo estava embaixo da cama, amarrado e com sinais de enforcamento. O Grupo Gay de Alagoas (GGAL) está acompanhando o caso, com mais este caso, já são sete homossexuais assassinados em 2017. Embora Santos tenha sido morto em um ato brutal de homofobia, a PM acredita que o crime tenha acontecido em decorrência de um latrocínio, que é roubo seguido de morte.

“As informações colhidas apontam que a vítima era homossexual e tinha um relacionamento com o suspeito. Ele a matou para roubar”, afirmou o Major Palmeira.

g1.globo     maceio.7segundos    alagoasnt    tnh1

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NÃO IDENTIFICADA / TIROS / MG, BELO HORIZONTE

Segundo os militares, a travesti pode ter sido assassinada com tiros e golpes de pedradas e em seguida foi jogada nas águas. O Corpo de Bombeiros foi acionado para retirar a travesti do rio.  

O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Entre janeiro de 2011 e janeiro de 2016, foram registradas 598 mortes e somente neste ano, já somam 83 pessoas trans, assassinadas no país, segundo levantamento feito pelo banco de dados do Grupo Gay da Bahia (GGB).

otempo    globo    hojeemdia

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BÁRBARA / ATROPELAMENTO / AL, MACEIÓ

Bárbara morreu atropelada por um carro em Rio Largo. De acordo com testemunhas, era muito querida na localidade e morreu antes da chegada do SAMU. O condutor deve reponder pelo crime e a Jutiça deverá definir se trata-se de homicídio doloso ou culposo. O motorista fugiu do local sem prestar socorro.

alagoas24horas

 

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WILSON TEIXEIRA PITA / GARI – 42 ANOS / SP, SÃO BERNARDO DO CAMPO

Funcionário da empresa que faz a coleta de lixo em São Bernardo do Campo e morador da cidade, Wilson Teixeira Pita, 42 anos, foi encontrado morto em sua casa no último sábado (17). O caso foi registrado, inicialmente, como latrocínio (roubo seguido de morte), mas os amigos acreditam em crime de ódio, pois Wilson era homossexual.

noticias.band    jfclippingblog   saobernardodocampo.info

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VALDIR ANDRADE / PROFESSOR – 46 ANOS / FACADAS / MT, TANGARÁ DA SERRA

O corpo foi encontrado dentro de casa, aparentemente houve luta corporal e o suspeito é uma pessoa convidada pela vítima. O veículo e o celular da vítima foram subtraídos. De acordo com Perito, Valdir foi morto com no mínimo 08 perfurações de faca, era professor de Educação Física da rede estadual de ensino.

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NÃO IDENTIFICADA / 35 ANOS / TIROS / SP, CARAGUATATUBA

A travesti pode ter sido atraída para um programa onde foi morta e depois o corpo foi trazido para o penhasco onde foi jogado. O local já é conhecido da polícia. “Buraco da Onça”, tem 30 metros de altura na Mata Atlântica. Há registros de outras pessoas que foram mortas e jogadas para não ter seus corpos localizados, Corpo foi encontrado enrolado em um lençol com saco amarrado na cabeça e a vítima tinha marcas de tiros no tórax e ombro, além de cortes de facão na nuca e no queixo, também teve o pescoço quase separado do corpo por lesão com faca. Uma tatuagem de uma flor que pega uma parte da perna direta pode ajudar identificar a travesti. A morte da travesti ainda é desconhecida e a Polícia Civil de Caraguatatuba segue investigando. O corpo está no IML da cidade por não ter nenhuma identificação.

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E. SHYNE / AT. TELEMARKETING – 30 ANOS / TORTURA / 48ª DP / RJ, SEROPÉDICA

Carlos Henrique da Silva Mendes

Atentende de telemarketing conhecida como Enrique Shyne pelos amigos estava desaparecida desde o dia 5 de junho. O corpo foi encontrado com sinais de tortura. O caso foi registrado na 48ªDP (Seropédica). Em conversa com o G1, mãe da vítima disse que seu filho não bebia, não usava drogas, nem dormia fora de casa.

“Com certeza foi uma emboscada. Ele deve ter recebido a ligação de um conhecido e saiu ao seu encontro. Ele jamais ia encontrar alguém que não conhecesse. Meu filho saiu de casa só com carro e o celular”, explica Solange.

Ela também acusa a polícia de omissão, já que um dia após o desaparecimento, familiares de Henrique encontraram o carro dentro de uma comunidade em Nova Iguaçu. Segundo Solange, ao avisar à polícia sobre o carro, os policiais teriam dito a ela que não entrariam na comunidade se não houvesse uma operação policial no local.

“Ele sumiu numa segunda-feira e nós achamos o carro dele na terça. A polícia foi omissa, não quis entrar na comunidade para achá-lo, agora queremos justiça.”

“A omissão foi por parte das duas policiais, Militar e Civil. Assim que encontramos o carro na comunidade Grão Pará, na terça dia 6, paramos uma viatura da PM perto do mercado Vianense, próximo à Estrada de Madureira, em Nova Iguaçu, e os policiais militares falaram que era inviável entrar na comunidade apenas com uma viatura e que só faria isso com uma operação policial no local. Em seguida, partimos para a 48ª DP e informamos sobre o carro, a pessoa que nos atendeu parecia um estagiário, só queria saber sobre como achamos o veículo e nada foi feito para achar meu filho. Ao final, perguntei se teria que deixar o carro na delegacia. O homem disse que sim e que era para eu aguardar as investigações. Quem entrou na comunidade para buscar o carro foi meu irmão e minha prima. Além disso, minha filha fez uma ligação para o 190 implorando para a polícia ir até o local onde o carro havia sido encontrado e nada foi feito, nem retorno tivemos”, explicou Solange.

Enrique Shyne     odia     noticiasaominuto     fontoura    g1.globo