Quem Somos

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Grupo Gay da Bahia

Endereço: Ladeira de São Miguel, 24 – Centro Histórico  – 40.010.025 – Salvador – BA.

Fone (71) 3322 2525

E-mail ggbbahia@gmail.com

Página www.grupogaydabahia.com.br

 

PRESIDENTE

Marcelo Cerqueira

 marcelocerqueira@atarde.com.br

 Telefone (71) 999894748

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FUNDADOR E PRESIDENTE DE HONRA

Professor Dr. Luiz Mott

luizmott@oi.com.br

 

Graduado em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo (1968), mestrado em Etnologia pela Universite de Paris (Paris-Sorbonne) (1971) e doutorado em Antropologia pela Universidade Estadualde Campinas (1975). Professor titular aposentado da Universidade Federal da Bahia.Pesquisador sênior do CNPq. Tem experiência na área de Antropologia e História, comênfase em Antropologia das Populações Afro-Brasileiras e História das Religiões,atuando sobre Inquisição, Homossexualidade, AIDS, Homofobia e Direitos Humanos.

Atualmente tem mais de 100 artigos publicados em revistas científicas brasileiras, mais de 50 artigos em revista internacionais, 24 livros lançados no Brasil e no exterior. Hoje, é um dos maiores nomes sobre os estudos da homocultura no mundo.

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Pesquisador/ Webmaster

Eduardo Michels

homofobiamatamuito@gmail.com

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O QUE É O GGB (nossa história)

Grupo Gay da Bahia é a mais antiga associação de defesa dos direitos humanos dos homossexuais no Brasil. Fundado em 1980 , registrou-se como sociedade civil sem fins lucrativos em 1983, sendo declarado de utilidade pública municipal em 1987. É membro da ILGA, LLEGO, e da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas e Travestis ( ABGLT). Em 1988 foi nomeado membro da Comissão Nacional de Aids do Ministério da Saúde do Brasil e desde 1995 faz parte do comitê da Comissão Internacional de Direitos Humanos de Gays e Lésbicas ( IGLHRC) . Ocupa desde 1995 a Secretaria de Direitos Humanos da ABGLT, e desde 1998 a Secretaria de Saúde da mesma.

O GGB é uma entidade guarda-chuva que oferece espaço para outras entidades da sociedade civil que trabalham em áreas similares especialmente no combate a homofobia e prevenção do HIV e aids entre a comunidade e a população geral. O Centro Baiano Anti-Aids (CBAA), Grupo Gay Negro da Bahia Quimbanda Dudu, Associação de Travestis de Salvador (ATRAS), entidades que estão relacionadas a entidade com base em seu estatuto social, independentes mas ligadas na luta da prevenção e combate ao preconceito. 

Nossa Sede:

Rua Frei Vicente, 24 – Pelourinho

Caixa Postal 2552   

CEP 40.022-260.   

Salvador/Bahia/ Brazil   

Tel. 55 (71) 322-2552 /ggb@ggb.org.br

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Nossos Objetivos

  1. Defender os interesses da comunidade homossexual da Bahia e do Brasil, denunciando todas as expressões de homofobia ( ódio aos homossexuais), lutando contra qualquer forma de preconceito e discriminação contra gays, lésbicas, travestis e transexuais,
  2. Divulgar informações corretas sobre a orientação homossexual, desconstruindo o complô do silêncio contra o “amor que não ousava dizer o nome” e construir um discurso cientifico e correto, lutando contra comportamentos, atitudes e práticas que inviabilizam o exercício da cidadania plena de gays, lésbicas, travestis e transexuais no Brasil. Trabalhar na prevenção do HIV e Aids junto à nossa comunidade e outros grupos vulneráveis à epidemia.
  3. Conscientizar o maior número de homossexuais da necessidade urgente de lutar por seus plenos direitos de cidadania, fazendo cumprir a Constituição Federal que garante tratamento igualitário a todos os brasileiros. Por esta razão o GGB é carinhosamente chamado de Sindicato dos Gays ou “Orgulho da Bahia” como diz Caetano Veloso.

Organização do GGB

O GGB é dirigido por um colegiado composto de 6 coordenadores facilitadores. Presidente, Vice-Presidente, Secretário, Tesoureiro, Arquivista e Coordenadores e mais 6 Conselheiros. Todos estes cargos tem duração de 4 anos, sendo eleitos pela Assembléia Geral dos Sócios. Qualquer homossexual, que freqüente o GGB pode candidatar-se ao colegiado. Cabe ao Presidente e ao Vice-Presidente falarem oficialmente em nome da entidade, responsabilizando-se os Coordenadores e Conselheiros em zelar pelo bom nome da entidade, manutenção do patrimônio e funcionamento harmonioso do grupo.

Funcionamento

O GGB realiza duas reuniões semanais, todas as Quartas e Sextas-feiras, das 20 às 22 horas, encontros que se destinam à discussão de assuntos de interesse da comunidade homossexual. Tais reuniões são coordenadas pelos membros do Colegiado, garantindo-se a todos os presentes, ordenada e informalmente, o direito de manifestar suas opiniões. Tais encontros contam com a presença de 30 a 50 pessoas, em sua maioria jovens gays, igualmente lésbicas, bissexuais e simpatizantes de ambos os sexos. São discutidos temas de interesse à militância, aos direitos humanos e a prevenção do HIV e Aids e demais doenças sexualmente transmissíveis. Em sua sede o GGB abriga o maior arquivo homossexual da América do Sul, incluindo milhares de cartas (desde 1980) recortes de jornais, revistas, vídeos, cartazes, livros, teses, fotos e postais material que está aberto à pesquisa científica. Diversas vezes por ano são realizadas exposições artísticas na sede do GGB que é conhecida também como Centro Cultural Triângulo Rosa – nome em lembrança aos homossexuais mortos no nazismo.

Instituição Guarda Chuva

O GGB oferece espaço e compartilha a sua sede na Rua Frei Vicente, 24 – Pelourinho, com o Centro Baiano Anti-Aids, Grupo Lésbico da Bahia, Associação de Travestis e Transexuais de Salvador, Associação de Mulheres Profissionais do Sexo da Bahia, Quimbanda Dudu – Grupo Gay Negro da Bahia, e Grupo Vida Feliz de Pessoas Vivendo com HIV e Aids. Nossos parceiros nessa luta são: Ministério da Saúde, Secretaria Municipal e Estadual de Saúde, Prefeitura da Cidade de Salvador, Universidade Federal da Bahia, Kimeta Society, Fundação Norueguesa e Européia de Direitos Humanos, Threshold Foundation, IGLHRC.

Principais Atividades do GGB

Desde sua fundação, em 1980, o GGB acumula em seu curriculum significativas vitórias em prol dos direitos de cidadania dos homossexuais. Publicou pela Editora Mercado Aberto (RS) o livro Lesbianismo no Brasil ( 1987) e diversos artigos sobre a história dos “sodomitas” luso-brasileiros perseguidos pela Inquisição, assim como sobre múltiplos aspectos culturais da epidemia da Aids em nosso país. Em 1987 publicou o livro Homofobia: A violação dos direitos humanos dos gays, lésbicas e travestis no Brasil. Realizou centenas de conferências, debates e mesas redondas sobre a homossexualidade e a questão da Aids em colégios, universidades, programas de TV’s e rádios de norte a sul do país. Liderou a campanha nacional que retirou a homossexualidade da lista dos desvios sexuais, sendo autor de sete moções anti-discriminação aprovadas pelas mais importantes associações científicas nacionais. Foi a primeira ONG a iniciar a prevenção da Aids no Brasil ( 1982) sendo autor da primeira cartilha em método braille sobre Aids para deficientes visuais. Desde a sua fundação o GGB já distribuiu mais de 1 milhão de preservativos na Bahia.

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Pode enviar cheque nominal ao GGB.
Caixa Postal 2552 – 40022.260 – Salvador, Ba. Endereço postal

Banco do  Brasil,

C/C 9093-X – agencia 2957-2 – Salvador, Bahia.

Para doações em dinheiro ou cheques.

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Quem Somos

Luiz Mott
luizmott@ufba.br

Presidente do GGB. Nasceu em São Paulo, filho de pai italiano e mãe brasileira. É doutor em Ciências Sociais pela Universidade de São Paulo e mestre pela Universidade Sorbone de Paris. Mott, como é conhecido, já escreveu diversos livros sobre escravidão, homossexualidade e religião bem como publicou diversos artigos em jornais e revistas especializadas sobre estes temas. Atualmente é professor de Antropologia na Universidade Federal da Bahia, UFBa. Em fins dos anos 70, decide morar em Salvador, no Farol da Barra foi agredido com um soco por um morador de rua, por estar de mãos dadas com o seu namorado. Este fato o deixa profundamente abalado daí a idéia de fundar o GGB, para lutar pela livre expressão da sexualidade. Mott em 1997 foi eleito pesquisador do ano pela UFBa e em 1998 recebeu da Câmara Municipal da Cidade de Salvador o título de Cidadão de Salvador. Sua história de vida confunde-se com a história de sua militância. Aqui, nossa homenagem ao nosso ícone.

Marcelo Cerqueira

Marcelo Ferreira de Cerqueira é natural de Salvador, capital da Bahia,  negro,  ativista social da causa LGBT na Bahia e no Brasil. Nasceu em Salvador, morou criança em Irará, distrito do Saco do Capim, morou em Feira de Santana, São Paulo, vive em Salvador no bairro do Tororó. Trabalho desde os 18 anos, comecei como office boy na TNT Brasil, e de lá para o mundo foi um passo.  Acredito na força da educação, penso que toda mobilidade só é possível por meio da educação. Quero um mundo bom de morar, e ser feliz. Gosto de animais e da natureza.

É Licenciado e Bacharel em História pela Universidade Católica do Salvador, atual presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), professor, pesquisador, jornalista, fundador do Grupo Quimbanda Dudu de Negros LGBTs, Centro Baiano Anti-Aids, Associação das Prostitutas da Bahia (APROSBA, Associação de Travestis de Salvador (Atras). Como gestor público: Foi Diretor do Departamento de Gestão Ambiental da cidade de Lauro de Freitas (2004-2007), ainda foi Diretor do Serviço de Atenção Especializada (SAE) e Centro de Testagem e Aconselhamento (CTA) de Lauro de Freitas ( 2007 – 2011).

Foi assessor parlamentar na Câmara Municipal de Salvador ( 2013 -2015), foi assessor parlamentar na Assembleia Legislativa da Bahia,  é Conselheiro do Conselho Estadual do Desenvolvimento Econômico do Governo do Estado da Bahia (CODES), Conselheiro do Conselho de Turismo do Estado da Bahia e suplente terceiro setor do Comitê Gestor de Internet do Brasil (CGI.Br).  E por sua atuação cultural é Comendador da Ordem do Mérito Cultural do Ministério da Cultura, comenda recebida em 2012 em São Paulo.

Hoje se dedica como consultor para implantação da Gestão da Diversidade nas organizações privadas e públicas.

Eduardo Michels

Nascido no Rio de Janeiro, neto de imigrantes alemães, com pais oriundos do interior do estado de Santa Catarina na década de 1950.  Passou a infância e adolescência no bairro da Tijuca, graduou-se em Ciências Jurídicas e Sociais pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro, onde fez estudos em Direitos Humanos. Estudou Biologia Médica e foi aluno da Dra. Nise da Silveira, no Museu de Imagens do Inconsciente, onde trabalhou durante cinco anos. Exerceu atividades em pesquisas estatísticas e bancos de dados em órgão de Governos Federais e Estaduais por mais de 10 anos, possui cursos de Designer Gráfico e tecnologias da informação. Hoje Educador aposentado, é membro honorário do GGB, trabalhando na pesquisa sobre assassinatos de LGBT no Brasil, é quem administra e desenvolve o Banco de dados do grupo.

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O GGB  E OS DIREITOS HUMANOS DOS  LGBT DA BAHIA

  • 1980: fundação do Grupo Gay da Bahia
  • 1983: 23 Vereadores da Câmara Municipal de Salvador assinam Abaixo Assinado pela retirada do “homossexualismo” da Classificação Internacional de Doenças
  • 1984: Sessão Solene na Câmara Municipal de Salvador comemora pela primeira vez no Brasil o Dia do Orgulho Gay, 18 vereadores presentes, projeto do Vereador Raimundo Jorge
  • Vereadora Lídice da Mata, do PC do B, envia moção à Secretaria de Segurança Pública de solidariedade ao GGB denunciando violência policial contra travestis e gays
  • 1987: Lei Municipal n.3725/1987 conferiu pela primeira vez no país o status de Utilidade Pública Municipal ao Grupo Gay da Bahia, iniciativa do Vereador Raimundo Jorge, PTB e apoio do vereador Maltez Leone
  • 1989: Câmara Municipal aprova nomeação de duas ruas com o nome “Diogo Botelho”, primeiro governador gay da Bahia e “Rua 28 de Junho”
  • 1990: Salvador é a primeira cidade da América Latina a proibir discriminação por orientação sexual na Lei Orgânica Municipal, seguida de mais 72 Municípios e nas Constituições de Sergipe e Mato Grosso, iniciativa da Vereadora Beth Vagner, PT e Gilberto Gil, PV
  • 1991: Prefeito Fernando José recebe em audiência pela primeira vez a diretoria do Grupo Gay da Bahia
  • 1992: Sessão especial de Denúncia de Assassinato de Homossexuais na Bahia, com a presença do Secretário de Direitos Humanos Helio Bicudo, organização de Huides Cunha
  • 1993: Prefeita Lídice da Mata recebe em audiência diretoria do GGB
  • 1994: Vereadora Geracina Aguiar participa de atividades de protesto contra homofobia ao lado do Grupo Gay da Bahia
  • 1995: GGB assina contrato com a Prefeitura de Salvador para programa de prevenção da Aids
  • 1997: Prefeito Antonio Imbassahy recebe em audiência diretoria do Grupo Gay da Bahia e do Centro Baiano Anti-Aids para assinatura de convênio de prevenção da Aids
  • 1997: Aprovação da Lei Municipal n. 5275/97, que penaliza a homofobia em Salvador, de autoria do Vereador Maurício Trindade, sancionada pelo Prefeito Antonio Imbassay
  • 1998: Prefeitura/Bahiatursa assinam contrato com o GGB para realização do Desfile de fantasia Gay da Bahia
  • 1998: Prof. Luiz Mott, Presidente do GGB recebe título de cidadão de Salvador
  • 2000: sessão especial na Câmara Municipal em comemoração dos 20 anos de fundação do GGB
  • 2004: Aprovação da Lei Municipal n. 6.498 contra a homofobia
  • 2005: Sessão solene comemorativa do Dia Mundial de Luta contra a Homofobia, promoção vereadoras Vânia Galvão (PT) e Ariane Carla (PTB) (17/5)
  • 2006: Sessão solene comemorativa do Dia Mundial de Luta contra Homofobia (17/5)
  • 2006: 26/8 Sessão solene comemorativa do Dia Internacional do Orgulho GLTB
  • 2007: Sessão solene comemorativa do Dia Mundial de Luta contra Homofobia (17/5)
  • 2007: Sessão Solene do dia do orgulho gay (28/6)
  • 2007: Audiência Pública com o conselho municipal de Educação para debater o projeto de Lei para o combate da homofobia e lesbofobia nas escolas, proposta da vereadora Olívia Santana, PCdoB
  • 2007: Audiência pública, Dia da Visibilidade Lésbica, Teatro Gregório Matos, (31/8)
  • 2007: Oficialização da Frente Parlamentar Municipal pela Cidadania GLTB de Salvador
  • 2008: Sessão na Camara Municipal em comemoração do Dia Internacional contra a Homofobia (15/5}
  • 2010: por indicação do GGB, vereadora Vania Galvão aprova nome Esquina do Arco Iris a beco de entrada da Carlos Gomes ao bairro Dois de Julho
  • 2011: Camara Municipal de Salvador recebe troféu Pau de Sebo, por ter dado nome de rua ao maior homófobo da história da Bahia, jornalista Berbert
  • 2012: GGB protesta contra Camara Municipal de Salvador pela aprovação do titulo de cidadão ao pastor Malafaia
  • 2013: por iniciativa do GGB, a vereadora Fabiola Mansur apresenta projeto de lei de criação do Centro de Referencia LGBT, aprovado
  • 2014: instalada sede do Observatório da violência LGBT